.mais sobre mim
.Janeiro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
.posts recentes

. Felizmente há luar - test...

. Felizmente há luar - Ques...

. Luís de Sttau Monteiro

. Camões

. Fábulas

. FICHA DE EXERCÍCIOS – “AU...

. Declinação na língua port...

. Palavras Homónimas

. Complemento directo

. Predicado

.tags

. acentuação(1)

. advérbios(1)

. caça ao erro 2(1)

. camões(1)

. conto popular(1)

. declinações(1)

. fábulas(1)

. ficha de exercícios - adjectivos(1)

. ficha de exercícios - adjectivos 2(1)

. ficha de verbos(1)

. funções sintáticas(3)

. gil vicente(1)

. grau dos adjectivos - exercício1(1)

. história da língua portuguesa(1)

. homófonas(1)

. homógrafas(1)

. luis de sttau monteiro(3)

. ortografia - g/j(1)

. palavras homógrafas(1)

. palavras homónimas(2)

. parónimas(1)

. poetas(1)

. preposições(1)

. registos de língua(1)

. testes(3)

. todas as tags

.arquivos

. Janeiro 2009

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

.links
.pesquisar
 
.Gramáticos desde Janeiro 08
online
Terça-feira, 17 de Junho de 2008
Declinação na língua portuguesa

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
A declinação na língua portuguesa praticamente só existe em género (masculino e feminino) e número (singular e plural). Apenas os pronomes pessoais sofrem declinação de casos (reto e oblíquo), e, de certa forma, as contracções de preposições com artigos podem também ser consideradas declinações, a saber:
  • Nominativo-acusativo: usadas tanto como sujeito quanto complemento directo: o, a, os, as.
  • Genitivo: do, da, dos, das.
  • Dativo: ao, à, aos, às.
  • Locativo: no, na, nos, nas.
  • Ablativo: pelo, pela, pelos, pelas.

 

Pronomes pessoais
 
 Primeira pessoa

 
Reto
Oblíquo
 
 
Átono
Tônico
Singular
eu
me
mim
comigo
Plural
nós
nos
nós
conosco

Segunda pessoa

 
 
Oblíquo
 
Reto
Átono
Tônico
Singular
tu
te
ti
contigo
Plural
vós
vos
vós
convosco

Terceira pessoa
É a única pessoa que diferencia masculino de feminino, e que diferencia o oblíquo átono para objeto direto e indireto.

 
 
Oblíquo
 
Reto
Átono
Tônico
Singular
Masculino
ele
o
lhe
ele
consigo
Feminino
ela
a
lhe
ela
consigo
Plural
Masculino
eles
os
lhes
eles
consigo
Feminino
elas
as
lhes
elas
consigo

Pronomes reflexivos
Os pronomes reflexivos indicam o sujeito executando uma acção sobre si.

 
Oblíquo
Número
Pessoa
Átono
Tônico
Singular
Primeira
me
mim
Segunda
te
ti
Terceira
se
si
Plural
Primeira
nos
nós
Segunda
vos
vós
Terceira
se
si

Pronomes de tratamento
Os pronomes de tratamento comportam-se como pronomes de terceira pessoa, apesar de serem pronomes de segunda pessoa. Portanto, declinam como os pronomes pessoais da terceira pessoa. A forma reflexiva dos pronomes de tratamento é igual à dos pronomes da terceira pessoa. Segue, como exemplo, a declinação de você.

 
 
Oblíquo
 
Reto
Átono
Tônico
Singular
você
o/a
lhe
você
consigo
Plural
vocês
os/as
lhes
vocês
consigo

 
publicado por paulacalcadaalves às 16:37
link do post | comentar | favorito
|
Quinta-feira, 5 de Junho de 2008
Palavras Homónimas

Bem, as palavras homónimas poderá dizer-se que são as mais simples.

 

De forma abreviada: igual escrita (grafia), igual modo de dizer (pronúncia), apenas diverge no significado que as palavras têm (significação).

 

exemplos:

 

amo (senhor), amo (verbo amar)
canto (ângulo), canto (verbo cantar)
são (saudável), são (verbo ser)

publicado por paulacalcadaalves às 22:12
link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 1 de Junho de 2008
Complemento directo

Complementos do verbo — O verbo é o núcleo do predicado. Por vezes é suficiente, por si só, para exprimir a acção atribuída ao sujeito. Diz-se então que o verbo é intransitivo, porque a acção não "transita", não passa para um complemento:

O actor F morreu.
Nasceu a filha da princesa X.
O equilibrista caiu.
O Ministro da Agricultura chegou ontem de Bruxelas.

Por vezes e existência junto ao verbo de outros elementos pode induzir-nos em erro. No último exemplo apresentado, verificamos que a oração não termina no verbo ("ontem", "de Bruxelas"). No entanto, esses elementos não são complementos do verbo: limitam-se a explicitar algumas circunstâncias que envolvem a acção — o tempo e o lugar. São, portanto, complementos circunstanciais, que estudaremos em outro lugar.

Há no entanto muitos outros verbos que necessitam de um complemento para caracterizar com clareza a acção atribuída ao sujeito. São os verbos transitivos, assim designados porque a acção "transita" ou passa do verbo para um outro elemento. Trata-se do complemento directo e do complemento indirecto.

 

Vejamos o que caracteriza o complemento directo.

Complemento directo — Indica o ser sobre o qual recai directamente a acção expressa pelo verbo.

O meu pai comprou um carro.

Neste exemplo, encontramos um sintagma que representa o sujeito e um verbo para exprimir a acção atribuída ao sujeito (comprou). No entanto, o verbo revela-se insuficiente para caracterizar de forma clara a acção; daí a necessidade de introduzir um novo elemento (complemento directo) para identificar o objecto sobre o qual recai a acção.

Este complemento diz-se directo, porque a acção "transita" directamente do verbo para o complemento, sem recurso a um elemento intermediador.

publicado por paulacalcadaalves às 23:11
link do post | comentar | favorito
|
Predicado

O predicado, constituinte essencial da oração, é aquilo que se declara acerca de um sujeito.

 

O núcleo do predicado é sempre um verbo, daí que ele assuma formas diferentes, conforme a natureza do verbo.

 

Predicado verbal — É constituído por um verbo significativo, que podem ser intransitivos ou transitivos.

 

Verbos intransitivos — São aqueles que possuem sentido completo, não carecendo, por isso, de qualquer complemento.

O meu sobrinho já nasceu.

Verbos transitivos São aqueles que, possuindo embora significação, se revelam insuficientes para exprimir integralmente a acção, precisando, portanto, de ser completados.

 

Esse complemento pode ligar-se directamente ao verbo (complemento directo) ou por intermédio de uma preposição (complemento indirecto). Em alguns casos o verbo exige os dois tipos.

Os rapazes jogam futebol. (CD - "futebol")
O presidente falou ao país. (CI - "ao país")
A Maria escreveu uma carta à tia. (CD - "uma carta", CI - "à tia")

Predicado nominal — O núcleo do predicado é um verbo de ligação (verbo copulativo, ou verbo predicativo), sem significação definida, pelo que exige a presença de um elemento que lhe conceda sentido. Esse elemento designa-se predicativo do sujeito.

Esta paisagem é bonita. ("bonita" - predicativo do sujeito)

Os principais verbos de ligação são: ser, estar, parecer, andar, continuar, ficar, permanecer...

 

Só o verbo ser é sempre copulativo. Os restantes são verbos de significação definida que, em certos contextos, perdem o seu sentido próprio e funcionam como copulativos.

O meu irmão está em casa. (verbo significativo)
O meu irmão está doente. (verbo copulativo)

Além dos indicados, há outros verbos significativos que podem ser usados como copulativos.

publicado por paulacalcadaalves às 23:06
link do post | comentar | favorito
|
Sujeito

Existem verbos que não possuem sujeito; são eles verbos que expressam os fenómenos da natureza.
Exemplos:

Trovejou muito esta tarde.
Ventou toda a noite.
Está a chover muito.

 

Sujeito: aquele que desempenha a acção.

 

Tipos de Sujeito

 

Sujeito Simples

É expresso em um só núcleo

Exemplos:

O meu cão gosta de brincar com as crianças.

O Pedro passou de ano.

Lisboa é banhada pelo rio Tejo.

Aqueles meninos brincaram toda a tarde.

Nós trabalhamos todos os dias.

O relógio da torre próxima bateu as nove horas.


Sujeito composto

É expresso, pelo menos, por dois núcleos, separados por vírgula ou pela copulativa “e”

Exemplos:


O cão
e o gato gostam de brincar com as crianças.

O Pedro e a Maria passaram de ano.

Lisboa e Setúbal são banhadas por rios.

Eu, tu e ele trabalhamos todos os dias.


Sujeito Subentendido

Não é expresso ( é inexpresso) porque se subentende o agente da acção que aparece expresso em frase anterior ou posterior à frase em causa, quando não se refere às primeiras pessoas gramaticais (Eu e Nós)

Os meus pais saíram à noite; foram ao cinema.

A primeira frase explicita o sujeito. Por isso, na segunda frase, é desnecessário explicitá-lo novamente por ser o mesmo. Passa, assim, a estar subentendido através da forma verbal que corresponde à mesma pessoa gramatical (3ª pessoa do plural).
 

 Sujeito Indeterminado

Distingue-se do sujeito subentendido, porque não vem expresso anterior ou posteriormente à frase em causa, visto o sujeito não interessar tanto quanto a acção em causa. É ela (a acção) que se torna centro das atenções da frase:

(...) Assaltaram hoje muitas lojas na baixa.

Não só se desconhece o sujeito da acção, como aquilo que se pretende realçar é o assalto às lojas, o acontecimento em si.

Disse-se muita asneira naquela palestra.

A partícula “se” denominada “índice de indeterminação do sujeito” tem o mesmo valor que a forma verbal na 3ª pessoa do plural na frase acima: o que interessa é a acção – o ter-se dito asneiras e não quem as disse.

 

 

 

 

 


 

publicado por paulacalcadaalves às 22:49
link do post | comentar | favorito
|