.mais sobre mim
.Janeiro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
.posts recentes

. Felizmente há luar - test...

. Felizmente há luar - Ques...

. Luís de Sttau Monteiro

. Camões

. Fábulas

. FICHA DE EXERCÍCIOS – “AU...

. Declinação na língua port...

. Palavras Homónimas

. Complemento directo

. Predicado

.tags

. acentuação(1)

. advérbios(1)

. caça ao erro 2(1)

. camões(1)

. conto popular(1)

. declinações(1)

. fábulas(1)

. ficha de exercícios - adjectivos(1)

. ficha de exercícios - adjectivos 2(1)

. ficha de verbos(1)

. funções sintáticas(3)

. gil vicente(1)

. grau dos adjectivos - exercício1(1)

. história da língua portuguesa(1)

. homófonas(1)

. homógrafas(1)

. luis de sttau monteiro(3)

. ortografia - g/j(1)

. palavras homógrafas(1)

. palavras homónimas(2)

. parónimas(1)

. poetas(1)

. preposições(1)

. registos de língua(1)

. testes(3)

. todas as tags

.arquivos

. Janeiro 2009

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

.links
.pesquisar
 
.Gramáticos desde Janeiro 08
online
Sábado, 19 de Janeiro de 2008
Caça ao Erro

CAÇA AO ERRO … ASSINALA OS VÁRIOS ERROS EXISTENTES NO TEXTO.

(São mais de 20 erros)

 

A Menina do Mar / Sophia de Mello Breyner Andresen

Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar. Tinha uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Em roda da casa avia um jardim de areia onde cressiam lírios brancos e uma planta que dava flores brancas, amarelas e rochas.

Nessa casa morava um rapasito que pasava os dias a brincar na praia.
Era uma praia muito grande e quaze dezerta onde havia roxedos maravilhosos. Mas durante a maré-alta os roxedos estavam cobertos de água. Só se viam as ondas que vinham crescendo do longe até cebrarem na areia com barulho de palmas. Mas na maré vazia as roxas apareciam covertas de limo, de búsios, de anémonas, de lapas, de algas e de ourissos. Havia poças de água, rios, caminhos, grutas, arcus, cascatas. Havia pedras de todas as cores e feitios, pequeninas e macias, pulidas pelas ondas. E a água do mar era transparente e fria. Às vezes paçava um peixe, mas tão rápido que mal se via. Disia-se «Vai ali um peixe» e já não se bia nada. Mas as vinagreiras passavam devagar, magestosamente, abrindo e fechando o seu manto rocho. E os caranguejos corriam por todos os lados com uma cara furiosa e um ar muito apresado.

O rapazinho da casa branca adurava as rochas. Adorava o verde das algas, o cheiro da marezia, a frescura transparente das águas. E por isso tinha imensa pena de não ser um peixe para poder ir até ao fundo do mar sem se afugar. E tinha inveja das algas que baloiçavam ao sabor das corentes com um ar tão leve e feliz.

publicado por paulacalcadaalves às 19:30
link do post | comentar | favorito
|