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Domingo, 1 de Junho de 2008
Complemento directo

Complementos do verbo — O verbo é o núcleo do predicado. Por vezes é suficiente, por si só, para exprimir a acção atribuída ao sujeito. Diz-se então que o verbo é intransitivo, porque a acção não "transita", não passa para um complemento:

O actor F morreu.
Nasceu a filha da princesa X.
O equilibrista caiu.
O Ministro da Agricultura chegou ontem de Bruxelas.

Por vezes e existência junto ao verbo de outros elementos pode induzir-nos em erro. No último exemplo apresentado, verificamos que a oração não termina no verbo ("ontem", "de Bruxelas"). No entanto, esses elementos não são complementos do verbo: limitam-se a explicitar algumas circunstâncias que envolvem a acção — o tempo e o lugar. São, portanto, complementos circunstanciais, que estudaremos em outro lugar.

Há no entanto muitos outros verbos que necessitam de um complemento para caracterizar com clareza a acção atribuída ao sujeito. São os verbos transitivos, assim designados porque a acção "transita" ou passa do verbo para um outro elemento. Trata-se do complemento directo e do complemento indirecto.

 

Vejamos o que caracteriza o complemento directo.

Complemento directo — Indica o ser sobre o qual recai directamente a acção expressa pelo verbo.

O meu pai comprou um carro.

Neste exemplo, encontramos um sintagma que representa o sujeito e um verbo para exprimir a acção atribuída ao sujeito (comprou). No entanto, o verbo revela-se insuficiente para caracterizar de forma clara a acção; daí a necessidade de introduzir um novo elemento (complemento directo) para identificar o objecto sobre o qual recai a acção.

Este complemento diz-se directo, porque a acção "transita" directamente do verbo para o complemento, sem recurso a um elemento intermediador.

publicado por paulacalcadaalves às 23:11
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Predicado

O predicado, constituinte essencial da oração, é aquilo que se declara acerca de um sujeito.

 

O núcleo do predicado é sempre um verbo, daí que ele assuma formas diferentes, conforme a natureza do verbo.

 

Predicado verbal — É constituído por um verbo significativo, que podem ser intransitivos ou transitivos.

 

Verbos intransitivos — São aqueles que possuem sentido completo, não carecendo, por isso, de qualquer complemento.

O meu sobrinho já nasceu.

Verbos transitivos São aqueles que, possuindo embora significação, se revelam insuficientes para exprimir integralmente a acção, precisando, portanto, de ser completados.

 

Esse complemento pode ligar-se directamente ao verbo (complemento directo) ou por intermédio de uma preposição (complemento indirecto). Em alguns casos o verbo exige os dois tipos.

Os rapazes jogam futebol. (CD - "futebol")
O presidente falou ao país. (CI - "ao país")
A Maria escreveu uma carta à tia. (CD - "uma carta", CI - "à tia")

Predicado nominal — O núcleo do predicado é um verbo de ligação (verbo copulativo, ou verbo predicativo), sem significação definida, pelo que exige a presença de um elemento que lhe conceda sentido. Esse elemento designa-se predicativo do sujeito.

Esta paisagem é bonita. ("bonita" - predicativo do sujeito)

Os principais verbos de ligação são: ser, estar, parecer, andar, continuar, ficar, permanecer...

 

Só o verbo ser é sempre copulativo. Os restantes são verbos de significação definida que, em certos contextos, perdem o seu sentido próprio e funcionam como copulativos.

O meu irmão está em casa. (verbo significativo)
O meu irmão está doente. (verbo copulativo)

Além dos indicados, há outros verbos significativos que podem ser usados como copulativos.

publicado por paulacalcadaalves às 23:06
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Sujeito

Existem verbos que não possuem sujeito; são eles verbos que expressam os fenómenos da natureza.
Exemplos:

Trovejou muito esta tarde.
Ventou toda a noite.
Está a chover muito.

 

Sujeito: aquele que desempenha a acção.

 

Tipos de Sujeito

 

Sujeito Simples

É expresso em um só núcleo

Exemplos:

O meu cão gosta de brincar com as crianças.

O Pedro passou de ano.

Lisboa é banhada pelo rio Tejo.

Aqueles meninos brincaram toda a tarde.

Nós trabalhamos todos os dias.

O relógio da torre próxima bateu as nove horas.


Sujeito composto

É expresso, pelo menos, por dois núcleos, separados por vírgula ou pela copulativa “e”

Exemplos:


O cão
e o gato gostam de brincar com as crianças.

O Pedro e a Maria passaram de ano.

Lisboa e Setúbal são banhadas por rios.

Eu, tu e ele trabalhamos todos os dias.


Sujeito Subentendido

Não é expresso ( é inexpresso) porque se subentende o agente da acção que aparece expresso em frase anterior ou posterior à frase em causa, quando não se refere às primeiras pessoas gramaticais (Eu e Nós)

Os meus pais saíram à noite; foram ao cinema.

A primeira frase explicita o sujeito. Por isso, na segunda frase, é desnecessário explicitá-lo novamente por ser o mesmo. Passa, assim, a estar subentendido através da forma verbal que corresponde à mesma pessoa gramatical (3ª pessoa do plural).
 

 Sujeito Indeterminado

Distingue-se do sujeito subentendido, porque não vem expresso anterior ou posteriormente à frase em causa, visto o sujeito não interessar tanto quanto a acção em causa. É ela (a acção) que se torna centro das atenções da frase:

(...) Assaltaram hoje muitas lojas na baixa.

Não só se desconhece o sujeito da acção, como aquilo que se pretende realçar é o assalto às lojas, o acontecimento em si.

Disse-se muita asneira naquela palestra.

A partícula “se” denominada “índice de indeterminação do sujeito” tem o mesmo valor que a forma verbal na 3ª pessoa do plural na frase acima: o que interessa é a acção – o ter-se dito asneiras e não quem as disse.

 

 

 

 

 


 

publicado por paulacalcadaalves às 22:49
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